
- Vamos a droga da lanchonete - disse Zoe. - É melhor comer enquanto podemos.
Grover abriu um sorriso diante da expressão que não combinava com Zoë.
- A droga lanchonete?
Zoe piscou.
- Sim. O que isso tem de engraçado?
- Nada. - respondeu Grover, tentando manter-se sério.
- Umas drogas de batatas fritas cairiam bem.
Até Thalia sorriu.
- E eu preciso usar a droga do banheiro.
Talvez fosse o fato de estarmos tão cansados e emocionalmente esgotados, mas comecei a rir, e Thalia e Grover me acompanharam, enquanto Zoe se limitava a nos olhar.
- Não estou entendendo.
- Eu quero beber da droga da fonte de água - disse Grover.
- E…- Thalia tentava recuperar o fôlego. - Eu quero comprar uma droga de camiseta.
Eu ria sem parar, e provavelmente teria continuado a rir o dia todo se não tivesse ouvido um barulho:
- Muuuu.
O riso desmanchou-se no meu rosto. Perguntei-me se aquele barulho seria somente na minha cabeça, mas Grover também havia parado de rir. Ele olhava ao redor, confuso.
- Isso que ouvi foi uma vaca?
- Uma droga de vaca ? - riu Thalia.- A Maldição do Titã.
- Vamos a droga da lanchonete - disse Zoe. - É melhor comer enquanto podemos. Grover abriu um sorriso diante da...
- Vamos a droga da lanchonete - disse Zoe. - É melhor comer enquanto podemos. Grover abriu um sorriso diante da...
- A Maldição do Titã.